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Energias Renováveis vem batendo novos recordes

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Pense na China e na energia de hoje, e você provavelmente há de pensar em carvão. Mas, como o chefe da Agência Internacional de Energia disse recentemente, isso está mudando. Nos próximos anos, turbinas eólicas e as vastas estruturas com painéis solares poderiam se tornar as primeiras coisas que vêm à mente quando se fala da China.

No ano passado, pela primeira vez, as energias renováveis representaram mais de metade da nova geração de energia em todo o mundo, conforme relatado pelo The Guardian nesta reportagem . Espera-se que a China vá construir mais do dobro da capacidade mundial nos próximos cinco anos, impulsionada pela sede de mais capacidade de geração de energia elétrica, a ansiedade da população em diminuir a poluição do ar e da necessidade de cumprir com as promessas de mudanças climáticas.

O mundo está mudando, e a Europa já não é mais o grande motor do crescimento da energia verde que foi uma vez. “Nos próximos cinco anos, a República Popular da China e a Índia, por si só, vão ser responsáveis por quase metade das adições à capacidade global renováveis”, diz a AIE em um novo relatório.

Mas mesmo com todo esse crescimento, as energias renováveis estão previstas para fornecer apenas pouco mais de um quarto da eletricidade mundial até 2021. Ainda há um longo caminho a percorrer.

Para ler a matéria original no The Guardian, clique aqui

Cemig financia projeto que transforma computadores inutilizados em coletores solares

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Em conjunto com a Fapemig, os investimentos previstos são da ordem de R$ 3,5 milhões.

Visando baratear os custos para a fabricação de equipamentos que estimulam a geração de energia solar , a Cemig e a Fapemig estão investindo cerca de R$ 3,5 milhões em um projeto que está transformando o plástico de computadores sem utilização em coletores solares. Além do apoio das instituições do Governo de Minas, o projeto Polímeros para a Inclusão Social (Própolis) tem como parceiras as universidades UNA, UFMG, Centro Universitário Uni­-BH, Instituição Social Ramacrisna e Comitê para Democratização da Informática (CDI). Os recursos utilizados pela Companhia são oriundos de Pesquisa e Desenvolvimentos (P&D).

De acordo com Cristiano Magalhães Costa, técnico em Soluções Energéticas da Cemig , a ideia desse projeto é construir equipamentos de qualidade e baixo custo para suprir as iniciativas que a Empresa possui no âmbito da eficiência energética. A Companhia faz a instalação de equipamentos de aquecimento solar em hospitais, instituições de longa permanência de idosos e conjuntos habitacionais.

“Uma das prioridades da Cemig é a eficiência energética e, com a grande demanda de equipamentos mais baratos, a Empresa decidiu investir em um projeto de pesquisa, com fundamentação teórica e que vai produzir equipamentos de qualidade e durabilidade. No mercado temos vários exemplos de coletores mais baratos, alguns feitos até com garrafas pets, mas que não possuem garantias e solidez”, afirma.

Já existem diversas formas de recuperação e resgate de metais em computadores que seriam descartados, mas o plástico desses equipamentos não tinha nenhuma utilidade. Dessa forma, os pesquisadores da UFMG descobriram uma forma de transformar o plástico em painel coletor solar. Na fase seguinte, os especialistas da UNA e da UniBH produziram os protótipos dos coletores solares, a caixa padrão de medição e protetores para postes de madeira. Por fim, os estudantes da instituição Ramacrisna serão os responsáveis por fabricar os equipamentos.

Segundo a professora e coordenadora geral do projeto, pelo Centro Universitário Una, Elizabeth Pereira, os computadores antigos que se amontoam em toneladas de lixo eletrônico podem ter uso comercial sustentável. “Os coletores de energia solar feitos de material polimérico, mais baratos que os convencionais produzidos em cobre, podem ser instalados em residências e edifícios comerciais. E têm a mesma eficiência para converter a luz do sol no aquecimento da água, especialmente dos chuveiros”, enfatiza.

Eficiência energética

Devido à sua grande potência, o chuveiro é certamente um dos equipamentos elétricos que mais influenciam o consumo de energia elétrica dentro das residências. Para diminuir o impacto na conta de energia pela utilização desse equipamento, as pessoas devem ficar atentas à forma de uso, já que o consumo da energia é dado pela fórmula “potência vezes o tempo de utilização”.

“O chuveiro é o equipamento que mais consome energia em uma residência devido à sua potência elevada, podendo representar até 30% da conta. Por isso, a Cemig investe tanto para que o consumidor utilize a energia elétrica de forma consciente”, destaca.

Devido à relevância desse assunto para o setor elétrico, desde 2008, a Cemig já investiu cerca de R$ 400 milhões na implantação de projetos de eficiência energética com o objetivo de difundir a cultura do uso racional de energia elétrica através da conscientização e do uso de equipamentos mais eficientes. Somente no ano passado, a Cemig investiu R$ 58 milhões no Programa de Eficiência Energética, sendo que aproximadamente R$ 37 milhões desses recursos foram para estimular o uso racional da energia elétrica para consumidores de baixa renda.

O Programa de Eficiência Energética da Cemig se baseia no incentivo à mudança de hábitos, resultando na redução e eliminação do desperdício como forma de bom uso e preservação dos recursos naturais. Os projetos do programa são voltados para clientes de baixa renda, entidades sem fins lucrativos, prefeituras, iniciativa privada e para a área de educação. Entre outras ações, merecem destaque a substituição de chuveiros elétricos por sistemas de aquecimento solar, substituição de lâmpadas ineficientes e autoclaves antigas com alto consumo de energia por mais modernas e mais eficientes.

17.10.2016 l Classificação: Público

Fonte: Cemig

Tesla planeja expandir parceria com a Panasonic

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A Tesla e a Panasonic que são sócias na produção de baterias planejam aprofundar os laços com uma nova colaboração na produção de células e módulos solares, mas somente se a proposta de aquisição da SolarCity pela Tesla for aprovado.

Na noite de domingo 16/10/2016, a Tesla anunciou que a Panasonic assinou uma carta não-vinculativa de intenções para a fabricação de células solares e módulos na fábrica da SolarCity em Buffalo, Nova York, que está prevista para ser a maior fábrica de painéis solares na América do Norte. A fábrica deverá empregar 1.460 trabalhadores e produzir até 10.000 painéis por dia.

Pelo acordo, a Panasonic iria começar a fazer células solares fotovoltaicas e módulos na instalação de Buffalo, em meados de 2017. A empresa japonesa de eletrônicos seria responsável por gerenciar a planta em conjunto com Tesla-SolarCity. Em troca, Tesla iria fornecer um compromisso de compra de longo prazo para produtos solares Panasonic para uso em sistemas de energia solar que vão funcionar “perfeitamente” com unidades de bateria estacionária da Tesla, o Powerwall e Powerpack, de acordo com o comunicado da empresa.

“Estamos muito animados para expandir nossa parceria com a Panasonic enquanto nos movemos em direção à junção da Tesla e SolarCity”, disse JB Straubel, diretor técnico da Tesla, em um comunicado. “Ao trabalhar em conjunto com energia solar, vamos ser capazes de acelerar a produção de células solares de alta eficiência, extremamente confiáveis e módulos com melhor custo.”

De acordo com a Bloomberg o negócio também seria uma vitória para Panasonic, que mudou seu foco de produtos de eletronica de consumo e habitação, para sistemas de informação automotivo e baterias para veículos.

“As células fotovoltaicas e módulos Panasonic destacam a empresa como líder no setor com a geração de energia solar de alto desempenho, atingindo alta qualidade e confiabilidade”, disse Shuuji Okayama, vice-presidente da Panasonic Eco Solutions Company. “Esperamos que as conversas de colaboração levem a um crescimento da relação Tesla e Panasonic.”

Panasonic atualmente fornece células de ion-lítio para uso em veículos elétricos da Tesla. As duas empresas também estão em parceria no desenvolvimento da Gigafactory de baterias em construção perto Reno, Nevada. A fábrica gigante vai construir baterias para o novo carro elétrico da Tesla, voltado para o mercado popular, o “Model 3”, previsto para ser lançado em 2017.

A planta de Buffalo da SolarCity tem uma capacidade alvo maior que 1 gigawatt por ano, o que poderia torná-la na segunda Gigafactory da Tesla se a aquisição for aprovada. A SolarCity anunciou planos para construir uma fábrica ao adquirir a Silevo em 2014, e agora está sob pressão para concluir a planta solar de US$900 milhões de dólares, que se beneficiou de US$ 750 milhões de dólares em incentivos do estado de Nova York. A instalação foi inicialmente desenhada para entrar em funcionamento no início de 2017. Já há notícias de que a data de abertura foi adiada para o segundo ou terceiro trimestre do próximo ano.

O anúncio da Panasonic ajuda a aumentar a força em torno da instalação de produção de energia solar, bem como para a oferta da Tesla de U$2.6 bilhões para comprara SolarCity – um movimento que tem estado sob intenso escrutínio. Acionistas da Tesla e da SolarCity disseram na semana passada que eles vão votar sobre a proposta de aquisição em 17 de novembro, com planos de integração adicionais lançados antes do tempo.

Colin Rusch, que é analista da Tesla para Oppenheimer, emitiu uma nota na semana passada em que descobriu que a montadora terá de levantar US$ 12.5 bilhões em capex para completar a aquisição. Elon Musk, que é CEO da Tesla e membro do conselho da SolarCity, insiste que nenhuma das duas empresas teriam de levantar capital ou dívidas antes do final do ano, e “provavelmente tampouco no Q1 2017 também.”

Musk twittou no domingo que um anúncio da Tesla inicialmente previsto para segunda-feira, 17 outubro seria adiada até quarta-feira, 19 de outubro. Musk disse que o produto “precisa de mais alguns dias de refinamento.” A única pista que o CEO ofereceu na revelação do produto até a data é que seria “inesperado”. As previsões variam de um produto de próxima geração em relação à baterias domésticas até uma tecnologia veicular autônoma relacionadas com o “Model 3”.

Além disso, em 28 de outubro, a Tesla planeja revelar “um produto solar, que junto com a Powerwall 2.0, irá mostrar os tipos de produtos que as empresas combinadas vão ser capazes de criar.”

Para ler a matéria original acesse o site do Green Tech Media

O Futuro é Agora

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O jornal inglês The Guardian iniciou uma campanha no ano passado para combater as mudanças climáticas no planeta.

Inicialmente foi feito um editorial mostrando que temos condições de consumir entre 1/3 e 1/5 das reservas atuais de combustíveis fósseis antes que se alcance os 2ºC cruciais do aquecimento e que se nada for feito antes deste ponto, pode ser muito tarde para se tomar uma atitude em relação a isso.

Foi mostrado também que as empresas de energia que exploram e utilizam combustíveis fosseis, são grandes responsáveis pelo aquecimento e que grandes questões de conflito mundial tais como falta de água e comida, migração, altas contas de energia, tecnologia, guerras e muitos outros temas são influenciados pelas mudanças climáticas e pelo mercado de energia.

Mostrando a seriedade de seu posicionamento com esta campanha, o Guardian retirou investimentos de aproximadamente 800 milhões de Libras de fundos que incluíam empresas de Petróleo, Gás e Carvão.

Esta campanha também tem como objetivo, persuadir os dois maiores financiadores de campanhas de saúde no planeta – Bill & Melinda Gates Foundation e a Welcome Trust – a retirar seus investimentos das empresas que produzem combustíveis fósseis.

Nesta corrente, mais de 400 organizações em 43 países, incluindo a Universidade de Stanford, a Church of England e a Norwegian Sovereign Wealth Fund fizeram compromisso de retirar seus investimentos – o equivalente à 2.6 Trilhões de dólares – dos combustíveis fósseis.

Neste ano a campanha do jornal britânico assume um novo foco e vai de encontro com o grande crescimento da Energia Solar Fotovoltaica em todo o mundo. Mais informações neste link http://www.theguardian.com/…/a-story-of-hope-the-guardian-l…

Os preços dos módulos Fotovoltaicos caíram em torno de 70% ente 2009 e 2015 e cada vez mais pessoas têm tido acesso à esta tecnologia que promove uma fonte inesgotável de energia.

Para se ter uma idéia, 1 hora de irradiação solar na Terra oferece energia suficiente para abastecer o Planeta por 1 ano inteiro e a área necessária para a instalação de Usinas Solares para atender essa demanda é mais ou menos o tamanho da região norte do Brasil espalhada pelo mundo. 

A inserção de energia solar nas redes das concessionárias ao redor do mundo, tem gerado algumas situações inusitadas. Ano passado no estado de Queensland na Austrália, o preço da energia chegou a ficar negativo devido a quantidade de energia sobressalente na rede, gerada pelas mais de 350 mil usinas fotovoltaicas instaladas em telhados ao redor do estado.

Na Alemanha, foi notícia há alguns dias que o país atingiu 80% da produção de energia sendo exclusivamente renovável, e que há incentivos do governo para que se utilize mais energia durante alguns períodos do dia, devido a grande oferta gerada pelas fontes renováveis.

Nos Estados Unidos, a Energia Solar tem crescido 75% ao ano e já é responsável por ser o setor que mais gera empregos no país.

Aqui no Brasil o mercado de energia solar completa 4 anos de existência, se considerarmos a legislação da NR 482/2012 que permitiu que usinas fotovoltaicas fossem conectadas à rede das concessionárias de energia. Antes disso já tínhamos o mercado de usinas isoladas que armazenavam a energia em baterias.

Por aqui o mercado cresceu aproximadamente 300% de 2014 para 2015 e mesmo com a crise atual, promete seguir crescendo a passos largos, mesmo sem grandes incentivos do governo.

Mesmo com a falta de subsídios e de apoio financeiro como linhas de financiamentos com juros aceitáveis, muitas pessoas estão investindo em energia solar fotovoltaica, pois aqui no Brasil, e em vários estados – MG, RJ, SP, GO – já é mais barato produzir a própria energia do que ficar comprando energia da concessionária. Você pode fazer um orçamento gratuito com a E-sol Brasil clicando aqui.

A fase pela qual o Brasil passa, onde a economia balança e o cenário político se mostra um campo minado em que é impossível saber qual vai ser o próximo político a explodir, o mercado de energia solar tem o privilégio de ver pessoas pioneiras abrindo o mercado e ver outros pioneiros investindo na tecnologia, por ser uma certeza de ótimo investimento onde o retorno é garantido e sem riscos.

Investir em energia solar é como abrir um negócio de sucesso pelos próximos 25 anos, pois você faz o investimento, espera o tempo de payback – que gera entre 5 e 8 anos nas melhores situações – e depois colhe os frutos do seu investimento.

O futuro é agora e gerar a própria energia nunca foi tão fácil e economicamente viável.